Do bom ao excelente: como destravar o crescimento da agência

A síndrome do já tá bom mantém a sua agência de viagens apenas sobrevivendo. Descubra como construir um negócio lucrativo agora.

Do bom ao excelente: como destravar o crescimento da agência

Sua agência tem clientes, paga as contas e fica um pouco no azul, o que significa que as coisas estão funcionando, né? Será? Em todas as áreas das nossas vidas, existe uma armadilha que o Vitor Santos, consultor de implantação da Monde, apelidou de “síndrome do já tá bom”.

Essa armadilha aparece quando, depois de atingir o objetivo inicial de uma tarefa ou situação, decidimos não ir além. Em outras palavras, ficamos estagnados.

Mas acontece que inércia e empreendedorismo não combinam. Empreender é movimento contínuo. É sobre se adaptar, evoluir e, principalmente, ser inquieto.

Quando a frase “deixa assim, já tá bom” começa a fazer parte da rotina, pode ter certeza que dezenas de oportunidades de lucro e eficiência estão sendo desperdiçadas.

Por isso, vale a reflexão: será que ficar preso no “bom” não está impedindo sua agência de alcançar o “excelente”? Vamos conversar sobre isso.

Por que é tão fácil se acomodar no “já tá bom”?

Nós temos aversão à perda e medo de mudanças. No livro Enviesados, o autor Rian Dutra levanta uma discussão muito boa:

“O medo de mudança pode fazer com que optemos por manter tudo como está, mesmo quando apresentados aos possíveis benefícios”.

Percebe como essa ideia de manter as coisas como estão é perigosa?

Mesmo que eu fale para você (e eu vou, ao longo do texto) que existem maneiras de trabalhar que vão te gerar mais resultados, muito provavelmente você vai ignorar as recomendações porque é mais fácil ficar no lugar que você está.

Mudar gera um esforço cognitivo e, sendo sincera, nós somos meio preguiçosos nesse sentido.

O ponto é que o “bom” é conhecido e seguro. Já o “excelente” exige trilhar novos caminhos, e isso, naturalmente, gera insegurança.

E como isso aparece no dia a dia da agência de viagens?

Aparece naquele gestor que alcançou um nível básico de segurança: aquele que vende o suficiente para pagar as contas e considera que o trabalho está feito.

Não é que esse gestor não quer mais. Ele até quer, só que o “mais” exige o abandono de hábitos que já não trazem resultado para abrir espaço ao novo. E isso é difícil, eu sei.

Contudo, vale dizer que, para ter uma empresa de sucesso no longo prazo, o básico não sustenta. O básico é sobrevivência. E eu tenho certeza de que você, que está lendo e é dono de empresa, não abriu o seu negócio pensando apenas em sobreviver, não é mesmo?

A estagnação sempre gera consequências. Veja as principais

Perda de competitividade

O mercado evolui e o consumidor de hoje espera uma entrega acima da média. Para atender a essa expectativa, é preciso estar sempre otimizando processos, já que ficar parado significa ser ultrapassado por quem mede resultados e usa dados para tomar decisões mais inteligentes.

Risco de problemas financeiros

“Gerir” uma empresa sem relatórios, análises, projeções e histórico é quase o mesmo que não gerir (por isso as aspas).

Se hoje você não tem uma visão aprofundada do financeiro, das vendas e do perfil dos clientes, provavelmente está lucrando menos do que poderia. Em outras palavras, está perdendo dinheiro.

E pior: chega um momento em que o lucro diminui e os custos aumentam.

Segundo o levantamentosobrevivência das Empresas Mercantis Brasileiras, os microempreendedores individuais (MEI) e as microempresas (ME), apresentam a maior porcentagem de fechamento em até 5 anos.

Essas empresas vendem, mas não identificam os “furos” que geram despesas e desequilíbrio financeiro.

Um exemplo comum é a falta de conferência das faturas dos fornecedores. Muitas agências perdem dinheiro por não realizarem esse trabalho. Uma cliente nossa, a Renata Calil, tem uma história para contar sobre isso:

Card com citação de Renata Calil sobre como a conferência de faturas no Monde evitou que a agência perdesse dinheiro com erros das companhias aéreas

Dono de agência sobrecarregado

O gestor que se acomoda fica preso no operacional. Ele passa os dias apagando os mesmos incêndios, fica estressado e não consegue delegar.

Coloca na sua cabeça que o papel do gestor é sair do nível operacional e alcançar o tático e estratégico. O operacional pode ser delegado para colaboradores e tecnologias para que você tenha tempo para pensar em como evoluir o seu negócio.

Como saber se a sua agência caiu nessa armadilha do “já tá bom”?

Card com sinais da síndrome do já tá bom: processos iguais há meses, desconto como principal ferramenta de venda, resistência a novas ferramentas e frases como sempre fiz assim

Como sair da estagnação e buscar o “excelente”?

Para superar a inércia, é preciso transformar a maneira como você enxerga a gestão da sua agência.

Mapeie seus processos

O primeiro passo para melhorar algo é entender como o processo funciona hoje.

Mapear seu fluxo de atendimento, vendas e financeiro não é burocracia, é clareza. Como disse a Keila Borges, dona da Laike Turismo, a fórmula do sucesso é:

→ Pessoas + Processos = Resultados.

Processos claros permitem que você delegue com segurança e pare de centralizar tudo. Além disso, você enxerga oportunidades de crescimento, de aumento de lucro e de redução de despesas.

Tome decisões com base em dados

Para crescer, você precisa de respostas rápidas para perguntas como:

  • “Qual produto me dá mais margem de lucro?”
  • “Qual vendedor converte mais?”
  • “Quais são meus maiores custos?”

Se você não consegue nem sequer prever o fluxo de caixa dos próximos 3 meses sem depender de planilhas manuais, você está fazendo um nível básico de gestão e isso é perigoso.

Use a tecnologia como sua aliada

A tecnologia automatiza tarefas repetitivas e libera seu tempo para o que realmente importa, que é pensar estrategicamente e vender mais.

O gestor que fica refém de processos manuais, preso a uma rotina bagunçada e se sentindo sempre perdido, sem conhecer os resultados do próprio negócio, está vivendo um caos.

Muitos consideram isso “bom” e seguem assim até quando a empresa fecha as portas, mas é possível chegar muito mais longe usando a tecnologia do Monde para reduzir o retrabalho.

Mude a mentalidade

Gestão não é custo, é investimento. Eu garanto que enquanto você continuar com essa história que ter um sistema de gestão é custo, você vai continuar preso no nível “bom”, às vezes até abaixo disso.

Não acredita em mim? Olha só o que as nossas clientes falam sobre investir no Monde:

“Veja o valor, não veja só o preço” Elisa Magalhães, EM Consultoria em Viagens

Conclusão

O “bom” é uma zona de conforto que, com o tempo, se torna uma barreira para o crescimento. O sucesso sustentável da sua agência não depende de um grande salto, mas de pequenas melhorias constantes.

Se você sente que é hora de sair do “bom” e buscar a evolução que o seu negócio merece, o Monde pode ser o parceiro que faltava.

Quer entender na prática como a tecnologia pode transformar sua gestão? Converse com um de nossos analistas em monde.com.br.

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