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O que faz uma agência de viagens ser lucrativa

10/02/2025—Isabela Braga—1 comentário
Conteúdo fechar
O que faz uma agência de viagens ser lucrativa
Agências lucrativas mantêm equilíbrio entre 4 pilares
1. Marketing: a porta de entrada para os clientes
2. Vendas: a conversão do interesse em receita
3. Parte tática e operacional: a entrega que fideliza
4. Gestão Financeira: a base que sustenta o crescimento
Agências lucrativas entendem a diferença entre faturamento e lucro
Lucro vem antes de faturamento
Agências lucrativas sabem qual a margem média de receita das suas vendas
Agências lucrativas fazem análises financeiras
O ciclo da margem curta: correndo para ficar no mesmo lugar
Plano de ação: como proteger sua agência
Agências lucrativas trabalham com objetivos claros
Agências lucrativas não entram na briga por preços
Margem mais saudável
Conclusão
Uma resposta para “O que faz uma agência de viagens ser lucrativa”

Agente, eu sei que a correria na sua vida é grande. Os atendimentos não param, tem cliente chegando, campanhas rodando, vendas acontecendo… Esse parece o cenário ideal de sucesso. Porém, o lucro, que deveria ser a recompensa por todo esse esforço, não corresponde à realidade.

Se isso soa familiar, saiba que você não está sozinho.

Muitos gestores caem na armadilha de concentrar toda a energia em vender mais, acreditando que um alto volume é o único caminho para crescer. Só que essa busca incessante por faturamento coloca a sua agência em uma disputa direta por preço com as grandes plataformas online.

O problema disso é que um negócio não existe apenas para vender, mas para gerar lucro, e eu te garanto que existe um caminho estratégico para chegar nesse objetivo. Uma forma de sair da briga por centavos e colocar sua verdadeira expertise em jogo!

Por isso, neste conteúdo, vamos conversar sobre o que as agências lucrativas fazem de diferente. Vem aprender.

Agências lucrativas mantêm equilíbrio entre 4 pilares 

Para a sua agência crescer de um jeito organizado, sem que o sucesso vire uma dor de cabeça, o segredo é manter o equilíbrio entre quatro áreas. Pense na sua empresa como uma mesa: se uma das pernas está bamba, tudo o que está em cima pode cair.

Vamos ver como essas áreas funcionam juntas e por que esse equilíbrio faz toda a diferença:

1. Marketing: a porta de entrada para os clientes

Tudo começa no marketing. É ele quem atrai as pessoas certas e prepara o terreno para a venda, educando o cliente, alinhando expectativas e filtrando quem realmente tem perfil para comprar. Quando esse pilar falha, você até gera curiosidade, só que a maioria dos contatos some após o primeiro orçamento ou não tem fit com o que a sua agência oferece.

2. Vendas: a conversão do interesse em receita

As vendas entram em campo. O trabalho aqui é transformar esse interesse em dinheiro no caixa, com um processo de atendimento organizado. Se essa parte está fraca, o sintoma é fácil de ver porque chegam muitos pedidos de orçamento, mas poucas vendas de fato acontecem.

3. Parte tática e operacional: a entrega que fideliza

Com a venda fechada, a bola passa para as operações. É aqui que você entrega o que foi prometido.

Uma operação que funciona direitinho garante uma ótima experiência ao cliente em todos os pontos de contato, o que faz com que ele fique satisfeito, compre de novo e ainda indique sua agência para amigos. Quando essa área falha, o resultado é reclamação, retrabalho e clientes que não voltam.

4. Gestão Financeira: a base que sustenta o crescimento

Por último, sustentando tudo, vem a gestão financeira. É ela que garante que a agência não está apenas “trocando dinheiro”.

O financeiro acompanha as margens de lucro, o fluxo de caixa, as oportunidades de crescimento, alinha metas de despesas e muito mais. O sinal mais claro de que essa área precisa de atenção é a ausência de indicadores.

Quais são os custos fixos da agência? Qual categoria gera mais despesa? Quais contas precisam ser pagas nesta semana? Qual é a projeção financeira para o próximo mês? Se você não sabe responder a essas perguntas, a gestão financeira simplesmente não existe na sua empresa.

E aí, como estão esses pilares no seu negócio? 

“Isabela, está tudo desalinhado”. Calma, porque eu estou aqui para te ajudar. Criei um checklist gratuito com algumas dicas para aplicar em cada um dos pilares. Acesse aqui e aproveite. 

Agências lucrativas entendem a diferença entre faturamento e lucro

No dia a dia de trabalho, é fácil se deixar levar pela emoção de fechar uma venda atrás da outra. No entanto, e eu já falei isso antes, é importantíssimo entender que faturamento alto não é sinônimo de lucro. 

Seu faturamento é o valor total vendido, mas o lucro é o que realmente sobra no caixa depois que você paga todas as contas da empresa, desde os custos operacionais até o seu próprio pró-labore. Ter essa clareza é o primeiro passo para uma gestão realmente estratégica.

Lucro vem antes de faturamento

Antes de pensar em atrair mais oportunidades (leads), olhe para o que está acontecendo dentro da sua agência. Pequenos ajustes em taxas, descontos e meios de pagamento costumam gerar mais resultado no lucro do que fazer uma campanha cara.

Agências lucrativas sabem qual a margem média de receita das suas vendas

Agora, pega aí o seu papel e caneta e anote a comissão média que sua agência gerou no último mês. 

Não sabe me dizer? Então já encontramos uma falha. Não conhecer esse número é como navegar sem bússola; você está se movendo, só não sabe para qual direção.

A sua margem média de receita é o percentual que, em média, você ganha por cada venda realizada.

Analisar esse número e cruzar dados vai te ajudar a agregar valor às vendas. Por exemplo: adicionar seguro, ingressos, aluguel de carro, aumentando a receita de uma maneira natural e relevante para o cliente. 

Agências lucrativas fazem análises financeiras

Todo gestor de agência de viagens comemora quando as vendas decolam e todos vocês focam MUITO nesse ponto de vender mais. 

Contudo, na ótica financeira, um crescimento acelerado sem a devida estrutura é um dos maiores riscos para a sustentabilidade do negócio. Cada nova venda, embora traga receita, também eleva os custos fixos e variáveis da empresa.

Isso fica bem claro se a gente pensar no processo meio que natural que acontece nas empresas: 

  • As vendas começam a aumentar (às vezes, o gestor nem analisa se existe uma constância, ele só quer aproveitar o momento e fazer investimentos);
  • Um novo colaborador é contratado;
  • Com isso, novos custos aparecem, como a compra de computador e o aumento na folha de pagamento;
  • Para que esse novo contratado tenha oportunidades para trabalhar, o gestor aumenta também o investimento em marketing.

Esses novos compromissos financeiros aumentam o que chamamos de “ponto de equilíbrio”: a receita mínimo que a agência precisa atingir apenas para cobrir seus custos.

Com um ponto de equilíbrio mais alto, o risco operacional cresce, já que uma queda no faturamento por um único mês pode ser suficiente para gerar um fluxo de caixa negativo.

Estudos de mercado indicam que muitas pequenas empresas encerram suas atividades justamente nessa fase de expansão, geralmente entre o segundo e o quinto ano. 

E pasmem, o motivo, na maioria das vezes, não é a falta de vendas, mas sim a ausência de um alicerce financeiro, ou seja, essas empresas “crescem” com uma margem de lucro muito baixa.

O ciclo da margem curta: correndo para ficar no mesmo lugar

Quando a margem de lucro da sua agência é estreita (por exemplo, entre 7% e 12%, comum na venda de produtos de prateleira), cada real de comissão cobre apenas as despesas básicas. 

Para compensar o aumento dos custos fixos, o gestor se vê obrigado a vender volumes cada vez maiores, o que cria um ciclo de trabalho exaustivo e de pouco resultado real.

Plano de ação: como proteger sua agência 

Para crescer de forma segura, é preciso agir de maneira estratégica. Aqui estão três ações financeiras que você pode implementar:

  • Reveja sua precificação e mix de produtos: inclua todos os seus custos fixos e variáveis no cálculo da sua margem de lucro. Além disso, analise quais produtos (aéreo, hotel, pacotes, grupos) trazem a maior rentabilidade e direcione seus esforços de venda para eles. Ter um mix de produtos com margens variadas é mais seguro do que depender de um único tipo de venda.

  • Construa um capital de giro: você precisa ter um capital para cobrir as despesas operacionais por, no mínimo, 30 a 60 dias. Esse dinheiro é o que dará fôlego para a agência em meses de baixa ou para cobrir o intervalo entre o pagamento a fornecedores e o recebimento dos clientes, especialmente em vendas parceladas.

  • Analise o DRE com frequência: o DRE do Monde é um relatório que te ajuda a responder três questões importantíssimas sobre o financeiro da agência:
    • Qual foi o resultado da agência no mês?
    • Quais as despesas da agência por categoria?
    • A sua agência está carregando o peso dos juros? Pagar juros desnecessários diminui a sua margem de lucro. 
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Agências lucrativas trabalham com objetivos claros 

Uma agência que lucra de verdade cria planos de ação em torno de objetivos. Afinal, não adianta apenas querer vender, lucrar ou ter sucesso. É preciso atuar com metas claras e com planos que conduzam até elas.

Uma maneira de fazer isso é criando cenários. Por exemplo: se sua agência mantiver o mesmo volume de vendas, mas aumentar a margem de 10% para 15%, quanto isso acrescentaria ao caixa? O negócio se tornaria muito mais rentável, certo?

O passo seguinte é elaborar um plano de ação para sair dos 10% e chegar aos 15%. Esse plano pode envolver analisar produtos mais rentáveis, aumentar o ticket médio agregando serviços e revisar processos comerciais. O ponto aqui é cultivar a mentalidade de trabalhar sempre em torno de um objetivo claro.

Agências lucrativas não entram na briga por preços 

Se a disputa por preço e as margens baixas estão limitando o potencial da sua agência, a solução é mudar o jogo. 

Em vez de vender o que todo mundo vende, comece a criar algo que só você pode oferecer. A estratégia mais eficaz para se diferenciar é a criação de produtos únicos, como grupos de viagem e roteiros exclusivos. 

Quando você formata uma experiência que é sua, ela não pode ser encontrada em um portal da internet ou na prateleira de outra agência. Dessa forma, se o cliente desejar aquela viagem, ele terá que comprar de você.

Criando um produto exclusivo, você deixa de vender apenas uma passagem aérea ou um hotel para oferecer algo muito mais valioso: sua experiência, segurança e comodidade.

A sua curadoria, seu conhecimento sobre o destino e sua capacidade de montar uma jornada memorável são os principais atrativos da venda. 

Margem mais saudável

Essa abordagem não só justifica uma margem de lucro muito mais saudável, como também cria uma base de clientes fiéis. As pessoas que compram uma experiência única com você tendem a querer comprar o segundo e o terceiro roteiro, gerando uma recorrência de vendas altamente lucrativa.

O diferencial do seu produto está em você. Pense no que você tem de melhor: é um conhecimento profundo sobre um destino? Uma paixão por um tipo de viagem, como gastronomia, aventura ou bem-estar? Uma conexão forte com uma comunidade específica? 

Existem agências com enorme sucesso em nichos como grupos de viagem para mulheres ou roteiros com foco religioso, que proporcionam acesso a lugares e vivências que um turista comum não teria. 

Olha o que a Natalia, CEO da ZZZ Tour, fala sobre diferencial:

Conclusão

Se há uma lição principal que podemos tirar desta conversa, é que o sucesso da sua agência não está em vender mais, mas em vender melhor. 

Para construir um negócio verdadeiramente lucrativo e sustentável, é preciso mudar o foco da briga por preços e das margens apertadas para a criação de valor. 

Lembre-se que ser um agente de viagens bem-sucedido é ser, antes de tudo, um dono de negócio. 

Isso significa ter processos bem definidos, conhecer seus números e usar as ferramentas certas para ter controle total. 

A organização e a tecnologia não servem apenas para aumentar o lucro; servem também para devolver seu tempo e sua qualidade de vida, permitindo que você atue de forma estratégica em vez de apenas “apagar incêndios”.

Organização, tecnologia e valorização da sua própria expertise, esse é o caminho para uma agência que não apenas sobrevive, mas prospera.

Quer saber o que o sistema Monde pode fazer pela sua agência de viagens? Fale com um analista comercial em monde.com.br 

Categorias do post

Financeiro Gestão Marketing Redes Sociais Vendas

Isabela Braga

Uma resposta para “O que faz uma agência de viagens ser lucrativa”

  1. Avatar de JOSE ROBERTO KANTOR
    JOSE ROBERTO KANTOR
    3 de novembro de 2025

    Muito bom e abrangente com orientações precisas para trabalhar por resultados gerados (lucro,) e não querer somente nãvender mais (faturamento,,). Acompanhar cada operação. fornecendo na linha de frente um atendimento primoroso fidelizando seu cliente. Internamente fazer sua lição de casa, com a previsão de um Fuxo de Caixa bem ajustado , com custos identificados eliminando os gargalos, despesas desnecessárias, apurando seu real preço de venda, para manter um resultado que dê sustentação ao seu negócio. Um forte abraço à todos.

    Responder

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